Domingo, 30 de Novembro de 2008
Realizou-se ontem, pelas 20h 30mh na sede do PS de Ansião uma Assembleia Geral de militantes do concelho de Ansião.
A convocatória tinha os seguintes pontos:
1. Informações
2. Situação financeira
3. Calendário político para 2009
4. Apresentação do cabeça de lista à Câmara Municipal
5. Outros Assuntos
Como se vê pela leitura da Convocatória, o que mais se destacava e provocava curiosidade (tanto entre a maior parte dos socialistas, como, e principalmente, na oposição), era sem dúvida a apresentação e divulgação do candidato à Câmara Municipal.
É o camarada António José Domingues, o nosso candidato!
No seu discurso de apresentação ficou claro, que a sua postura vai ser de determinação, de diferença e de verdade: determinação na prossecução do objectivo principal que é ganhar a Câmara, de diferença, por que vai realizar uma campanha honesta, verdadeira e centrada nas pessoas; e de verdade porque é a partir do conhecimento profundo que tem da realidade do concelho que vai encontrar as melhores soluções.
No António José Domingues sente-se uma grande motivação, que é sem dúvida, o facto de ter ideias novas e diferentes para o desenvolvimento integral do concelho, centrado nas pessoas e nas suas preocupações. E como ele próprio disse “os contadores estão a zero”.
Ficámos também a saber já o número 2 da sua lista, o camarada Miguel Perienes Peres.
Vamos em frente!
Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
Continuamos a publicar uma série de perguntas frequentes (com resposta) sobre a Avaliação de Desempenho dos Professores. Diariamente aqui vimos colocar uma pergunta e dar a respectiva resposta com a intenção de tornar mais claro esta questão que ultimamente tem vindo a perturbar o clima das nossas escolas. Tanto as perguntas como as respostas foram retiradas do jornal “Acção Socialista”.
18.ª P: Porque é que os resultados escolares dos alunos são tidos em conta na avaliação dos professores?
R: Porque é importante reconhecer o mérito dos professores que, em resultado do seu trabalho com os alunos, mais contribuem para a melhoria dos resultados escolares e da qualidade das aprendizagens no contexto particular da sua escola.
Qualquer avaliação, para o ser verdadeiramente, deve englobar a actividade, o esforço, o trabalho e, necessariamente, os resultados. Por isso, impensável seria que a avaliação dos professores dissesse respeito apenas ao processo de ensino, sem qualquer referência aos resultados.
19.ª P: O que se entende por melhoria dos resultados escolares?
R: Considera-se existir melhoria dos resultados escolares quando os resultados que os alunos apresentam no final de um determinado ano lectivo indiciam que houve uma evolução relativamente a um ponto de partida, o qual, conforme decisão da escola e especificidade da situação (ano de escolaridade, disciplina, ou outra), pode ser o ano lectivo anterior ou o início do próprio ano lectivo (avaliação diagnóstica).
20.ª P: Para além da melhoria dos resultados escolares, o contributo para a redução do abandono escolar também é considerado na avaliação do desempenho docente. Como entender este conceito?
R: O item “redução do abandono escolar” pretende avaliar a capacidade evidenciada pelos docentes de atrair e conquistar para a escola alunos em risco de abandono ou que tenham saído do sistema; essa capacidade pode traduzir-se na participação em projectos específicos, conduzidos por equipas de professores ou no desenvolvimento de outras iniciativas, devendo por isso ser valorizado todo o esforço individual ou colectivo que contribua para essa redução, como é o caso dos cursos CEF, que hoje abrangem mais de 30 000 alunos por ano, em resultado do trabalho dos professores.
Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008
Continuamos a publicar uma série de perguntas frequentes (com resposta) sobre a Avaliação de Desempenho dos Professores. Diariamente aqui vimos colocar uma pergunta e dar a respectiva resposta com a intenção de tornar mais claro esta questão que ultimamente tem vindo a perturbar o clima das nossas escolas. Tanto as perguntas como as respostas foram retiradas do jornal “Acção Socialista”.
16.ª P: Como pode um professor avaliar um outro que não seja da mesma disciplina?
R: Os departamentos curriculares integram efectivamente professores de diferentes disciplinas. Por isso, o coordenador do departamento pode delegar a avaliação cientifico-pedagógica num professor titular da mesma área disciplinar do professor a avaliar. Graças a este procedimento, muitas escolas já dispõe de uma rede de avaliadores adequada ao número e especialidade dos professores em avaliação.
17.ª P: E quando não existem professores titulares de uma determinada disciplina?
R: Quando na escola não exista nenhum professor titular numa determinada área disciplinar (facto que ocorrerá excepcionalmente) poderá ser nomeado em comissão de serviço um professor dessa mesma área, para desempenhar transitoriamente as funções.
É no entanto necessário relembrar que o objectivo desta componente da avaliação respeita essencialmente às competências pedagógicas transversais ao respectivo grupo curricular.
Terça-feira, 25 de Novembro de 2008
Na Assembleia Municipal de 26 de Setembro de 2008, foi discutida e aprovada a taxa de IMI para vigorar no concelho de Ansião, durante o ano de 2009.
Foi posta à discussão a proposta de uma taxa de 0,7% (em vez dos actuais 0,8%) para os prédios avaliados antes da entrada em vigor do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis – IMI; e de 0,4%, (em vez dos actuais 0,5%) para os prédios já avaliados no âmbito do referido código.
A proposta apresentada, surgiu porque, nas palavras do Sr. Presidente, a Câmara se mostrou sensível ao apelo de três jovens do concelho, quando em anterior assembleia, referiram dificuldades em pagar o elevado imposto municipal sobre as suas casas, decorrente precisamente da taxa aqui praticada – a mais alta do distrito, a par de Alcobaça.
A baixa de uma décima percentual, seria assim uma forma de ajudar estes e outros munícipes.
Acontece porém, que o governo anunciou já mexidas no IMI, concretamente no Orçamento de Estado para 2009, propondo a fixação da taxa máxima daquele imposto, justamente em 0,7% e 0,4%.
Ora assim sendo, a Câmara nada está a oferecer aos seus munícipes, contrariamente à ideia que quis passar, mas antes, a fixar novamente no nosso concelho a taxa máxima permitida por lei, numa hábil antecipação política, disfarçada de boas intenções.
Foi por isto que a bancada socialista se bateu por uma efectiva redução, tentando que a descida se fixasse nos 0,6% e 0,3%, respectivamente.
E fê-lo, baseada num levantamento circunstanciado, apresentando casos concretos de habitações, situadas em diferentes locais do concelho e provando o quão importante seria para os magros orçamentos familiares, a redução de apenas mais uma décima na taxa.
Focou especialmente aqueles casos (a que todos estamos sujeitos) de uma avaliação forçada, na sequência do óbito de um dos cônjuges. Demonstrou ainda, como habitações, por vezes até com fraco nível de conforto, podem ver o seu valor tributável disparar e de repente, agregados familiares, que perderem um, ou até o único titular dos rendimentos, ficarem a braços com elevadas contribuições, difíceis de pagar.
Dispunha a Assembleia Municipal de uma oportunidade única para, naquilo que dependia de si, aliviar a carga fiscal dos seus munícipes, proporcionando-lhes uma melhor qualidade de vida.
No entanto, assim não entendeu a maioria PSD, fixando as taxas para o ano de 2009, novamente nos valores máximos permitidos por lei.
O voto contra dos deputados socialistas, significou um protesto por não se ter ido mais longe, como era possível e desejável.
Num momento de grave crise económica, poder-se-ia ter abdicado de alguma receita proveniente da cobrança do IMI, que acabaria por não comprometer as finanças municipais, mas que representaria uma pequena grande ajuda nos orçamentos dos seus munícipes.
Os Deputados do Partido Socialista da Assembleia Municipal.
Exmºs Senhores
Face às declarações proferidas pelo Candidato do PSD à Câmara de Ansião, Dr. Rui Rocha, o Secretariado da Comissão Politica de Ansião do PS, reunido a 11 de Novembro de 2008 emite o seguinte comunicado:
1. As declarações proferidas pelo candidato do PSD à Câmara Municipal de Ansião ao considerar que a postura do PS nos órgãos autárquicos desde 1974 não é séria nem credível só pode vir de alguém que ainda não atingiu a sua maioridade política, antes sim, de quem se encontra na fronteira entre o deslumbramento e a auto glorificação.
2. Ao proferir tais declarações da forma desabrida e inconsciente não percebe que está a insultar milhares de pessoas do Concelho que durante mais de trinta anos deram o melhor de si corporizando todas as listas da oposição. Fosse de que Partido Politico fosse.
3. Se não lhe faltasse memória ou sobrasse má fé saberia reconhecer que ao longo de mais de 30 anos todos os eleitos, sobretudo do Partido Socialista pugnaram sempre em defesa das populações de uma forma séria e honesta, abraçando projectos que a maioria PSD sempre rejeitou mas que posteriormente veio a recuperar e a chamar seus numa clara usurpação de ideias.
4. Não se lembrará porventura o novel candidato de quem foram as propostas para a requalificação da nascente do Nabão e do Centro Histórico da Vila ou do Complexo Desportivo, ou mesmo do Centro e Negócios?
5. Não percebe o Dr. Rui Rocha que não representa nenhuma novidade, pois como o próprio afirma está há dez anos na Câmara saltando de lugar para lugar, na mais clara dependência política à espera do momento da “reforma do chefe” para lhe ocupar o lugar e iniciar um novo ciclo, se possível de mais vinte anos.
6. Faria melhor o Dr. Rui Rocha se o tempo e recursos dispendidos, que afinal são pagos há muitos anos por todos nós, fossem empregues para e em defesa dos Ansianenses e não neste afã de declarações e entrevistas que apenas servem a sua auto-promoção pessoal e politica.
7. Começa mal o Dr. Rui Rocha o seu consulado à frente dos destinos do PSD de Ansião e como candidato Câmara Municipal, optando pelo caminho da pressão, ofensa e sobranceria.
8. Fique o Dr. Rui Rocha descansado que por mais que nos queira empurrar esse não é nem nunca foi o nosso caminho. Compreendemos que sinta dificuldades em trilhar o percurso do debate de ideias das propostas democráticas e do respeito pelos outros, essa, na verdade nunca foi a sua escola.
9. O Partido Socialista de Ansião continuará o seu percurso com firmeza e responsabilidade, como sempre o fez, seja em que órgão autárquico for, apresentando candidatos credíveis, ideias exequíveis, e propostas honestas.
10. Nós também não dormimos à sombra dos resultados, e apesar da diferença de meios e recursos todos sabemos que apenas a arrogância é a vencedora efémera do que quer que seja.
O Secretariado da Comissão Politica de Ansião do Partido Socialista
Ansião, 11 de Novembro de 2008